# Manual Editorial e de SEO da Feedobem

**Guia para escritores e editores**

## 1. Objetivo deste manual

Este documento estabelece as principais orientações para produção de textos na **Feedobem**.

Ele deve servir como referência para escritores, editores e demais profissionais envolvidos na criação dos conteúdos do portal.

Nosso objetivo não é simplesmente produzir textos para mecanismos de busca.

Queremos produzir **bons textos para pessoas**, capazes de informar, despertar curiosidade, provocar reflexão, inspirar e, sempre que possível, oferecer ao leitor novas formas de enxergar determinado assunto.

A Feedobem acredita que o conteúdo pode contribuir para a construção de um mundo melhor.

Por isso, um texto não deve apenas entregar informações. Ele deve buscar deixar alguma coisa para quem terminou a leitura: uma pergunta, uma descoberta, uma mudança de perspectiva, uma inspiração ou uma reflexão.

O SEO entra nesse processo como uma ferramenta para ajudar esses bons textos a serem encontrados pelas pessoas.

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# 2. O propósito dos textos da Feedobem

Todo texto da Feedobem deve partir de duas perguntas fundamentais:

**O que queremos contar?**

e

**O que queremos despertar em quem ler?**

Uma curiosidade pode levar a uma reflexão.

Uma história pode ajudar alguém a compreender melhor o presente.

Uma descoberta científica pode mudar a maneira como enxergamos o mundo.

Uma história do passado pode levantar questões sobre escolhas que continuamos fazendo hoje.

Um comportamento humano aparentemente simples pode revelar algo maior sobre nossa sociedade.

Essa dimensão deve estar presente no processo de criação.

A Feedobem não quer somente que o leitor saiba alguma coisa nova.

Queremos que ele termine um texto **pensando alguma coisa nova**.

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# 3. O DNA de um texto da Feedobem

Um bom texto da Feedobem procura combinar cinco características principais:

### Curiosidade

O conteúdo precisa despertar vontade de descobrir alguma coisa.

Isso pode surgir a partir de:

* uma pergunta;
* uma contradição;
* uma história inesperada;
* uma descoberta;
* uma origem curiosa;
* uma conexão pouco conhecida;
* uma situação cotidiana vista por outro ângulo.

Curiosidade não significa sensacionalismo.

O texto deve entregar aquilo que despertou o interesse do leitor.

### Clareza

O leitor não deve precisar decifrar aquilo que estamos tentando explicar.

O texto precisa conduzi-lo naturalmente de uma ideia para outra.

Assuntos complexos podem ser abordados, mas devem ser explicados de maneira acessível.

### Contexto

Sempre que possível, o texto deve ir além do fato isolado.

Podemos explicar:

* como aquilo começou;
* o que levou determinada situação a acontecer;
* por que determinado comportamento existe;
* quais foram suas consequências;
* como determinado fenômeno se relaciona conosco;
* por que aquela história continua interessante hoje.

### Reflexão

O conteúdo deve criar espaço para o leitor pensar.

Isso não significa transformar todo texto em uma discussão filosófica.

A reflexão pode surgir naturalmente da própria história.

O importante é procurar enxergar qual ideia maior existe por trás daquilo que estamos contando.

### Transformação

Um bom texto pode transformar a maneira como alguém observa alguma coisa.

Essa transformação pode ser pequena.

Pode ser uma curiosidade que nunca mais será esquecida.

Pode ser uma nova perspectiva sobre outra pessoa.

Pode ser uma reflexão sobre comportamento.

Pode ser inspiração para agir de outra forma.

Pode ser a compreensão de algo que antes parecia distante.

Essa intenção transformadora faz parte da identidade editorial da Feedobem e está relacionada ao nosso propósito de utilizar o conteúdo como uma pequena contribuição para a construção de um mundo melhor.

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# 4. Escrever primeiro para pessoas

O processo de criação não deve começar pensando:

**“Como faço este texto agradar ao Google?”**

O primeiro pensamento deve ser:

**“Por que alguém gostaria de ler isso?”**

Depois:

**“O que essa pessoa pode levar consigo depois da leitura?”**

Somente então entram as decisões relacionadas à organização do conteúdo e ao SEO.

O Google recomenda a criação de conteúdo pensado prioritariamente para pessoas.

Essa ideia combina diretamente com a proposta da Feedobem.

Para nós, porém, escrever para pessoas significa ir um pouco além.

Queremos produzir textos que sejam interessantes de ler, mas também capazes de **despertar curiosidade, reflexão, inspiração e novas perspectivas**, contribuindo de alguma maneira para uma sociedade mais consciente e para um mundo melhor.

SEO não deve controlar o texto.

SEO deve ajudar um bom texto a chegar até as pessoas.

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# 5. Antes de começar a escrever

Antes de iniciar, vale fazer uma pequena reflexão sobre o texto que será desenvolvido.

O escritor deve pensar:

**Qual é o ponto realmente interessante deste assunto?**

**O que alguém que encontrou este texto provavelmente quer descobrir?**

**Existe alguma história por trás desse assunto?**

**Qual é a ideia central que deve permanecer na cabeça do leitor?**

**Existe alguma reflexão que podemos provocar?**

**Este texto pode inspirar, ensinar ou mudar alguma perspectiva?**

**Por que vale a pena publicarmos este conteúdo na Feedobem?**

Não é necessário preencher um formulário.

Essas perguntas existem como exercício mental para orientar a escrita.

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# 6. Estrutura recomendada para os textos

Não existe uma fórmula rígida que precise ser aplicada igualmente a todos os conteúdos.

Entretanto, uma estrutura que normalmente funciona bem é:

**Título → introdução → desenvolvimento → aprofundamento → conclusão e reflexão.**

Dentro do desenvolvimento, podem existir diversos blocos organizados por H2 e H3.

O número de seções dependerá da complexidade do assunto.

A estrutura deve existir para ajudar o leitor a acompanhar a narrativa, e não para obrigar todos os textos a parecerem iguais.

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# 7. O título

O próprio escritor pode sugerir o título do texto.

É desejável, inclusive, que faça isso, pois quem acabou de desenvolver o conteúdo conhece profundamente a história e consegue identificar quais elementos têm maior potencial de despertar curiosidade.

O editor poderá posteriormente avaliar ou ajustar o título antes da publicação.

## Padrão recomendado pelo Google para títulos

O título deve ajudar o leitor a compreender rapidamente qual é o assunto da página.

Por isso, devemos buscar títulos:

* descritivos;
* claros;
* específicos;
* relacionados diretamente ao conteúdo;
* suficientemente concisos;
* diferentes dos títulos de outros textos;
* livres de repetições artificiais de termos.

Na Feedobem, acrescentamos uma característica importante:

**o título também deve despertar curiosidade.**

Isso significa encontrar equilíbrio entre explicar e provocar interesse.

### Evitar

“Você não vai acreditar no que aconteceu!”

O título cria curiosidade, mas não explica nada sobre o assunto.

Também devemos evitar títulos construídos apenas pela repetição de palavras importantes:

“Pirâmides do Egito: pirâmides egípcias, história das pirâmides e curiosidades das pirâmides”

A construção parece artificial.

### Preferir

“Por que as pirâmides do Egito ainda escondem tantos mistérios?”

ou:

“Como as pirâmides do Egito foram construídas — e o que ainda não sabemos”

Os títulos apresentam o assunto e, ao mesmo tempo, criam uma razão para continuar.

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# 8. Termo-chave do texto

Todo texto possui um assunto principal.

Esse assunto deve poder ser representado por um **termo-chave** ou expressão central.

Por exemplo, em um texto sobre a construção das pirâmides, o termo-chave poderia ser:

**pirâmides do Egito**

Em um texto sobre os benefícios científicos de caminhar diariamente:

**benefícios da caminhada**

O termo-chave serve como uma referência para manter o conteúdo alinhado ao assunto central.

Não existe necessidade de repeti-lo constantemente.

A escrita deve permanecer natural.

O objetivo não é colocar a expressão o maior número possível de vezes.

O objetivo é fazer com que, ao terminar a leitura, fique completamente claro para qualquer pessoa qual assunto aquele texto desenvolveu.

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# 9. Primeiro parágrafo

O primeiro parágrafo é especialmente importante.

Ele precisa confirmar rapidamente para o leitor que ele chegou ao conteúdo que esperava encontrar e, ao mesmo tempo, criar interesse para continuar.

O **termo-chave principal do texto deve aparecer no primeiro parágrafo**, integrado naturalmente à escrita.

Essa inclusão não deve parecer forçada.

A abertura também deve evitar introduções excessivamente genéricas.

### Evitar

“Desde o início dos tempos, a humanidade sempre teve curiosidade sobre diversos assuntos.”

Essa frase ocupa espaço sem levar a história adiante.

### Preferir

“Mais de quatro mil anos depois de sua construção, as pirâmides do Egito ainda deixam perguntas que pesquisadores tentam responder.”

O assunto está claro imediatamente e existe uma razão para continuar lendo.

Nos primeiros parágrafos, o leitor deve compreender:

**sobre o que estamos falando + por que vale a pena continuar.**

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# 10. Desenvolvimento do texto

Depois da introdução, o conteúdo deve avançar de maneira lógica.

Cada bloco precisa conduzir naturalmente para o próximo.

Uma boa maneira de avaliar a estrutura é perguntar:

**Depois de ler este bloco, qual é a próxima coisa que o leitor provavelmente gostaria de saber?**

A resposta pode indicar o próximo tópico.

Evite transformar o conteúdo em uma coleção de informações desconectadas.

Sempre que possível, construa uma narrativa.

Mesmo um texto explicativo pode contar uma história.

Existe um começo.

Existe algo que precisa ser compreendido.

Existe um aprofundamento.

E existe alguma conclusão ou ideia que podemos levar conosco.

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# 11. H1, H2 e H3

A organização dos títulos internos deve ajudar o leitor a navegar pelo conteúdo.

### H1

É o título principal do texto.

### H2

Representa os grandes blocos do desenvolvimento.

Exemplo:

**H2 — Como começou a construção das pirâmides**

### H3

Pode ser utilizado para aprofundar um assunto dentro de um H2.

Exemplo:

**H2 — Como as pirâmides foram construídas**

**H3 — O transporte das pedras**

**H3 — A organização dos trabalhadores**

**H3 — As técnicas que ainda geram perguntas**

O H3 é especialmente útil quando determinado bloco possui diferentes aspectos que merecem explicações próprias.

A estrutura deve refletir a lógica do conteúdo.

Não devemos utilizar H2 ou H3 apenas como recurso visual para aumentar uma frase.

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# 12. Subtítulos também devem despertar interesse

Sempre que possível, evite subtítulos excessivamente genéricos.

### Em vez de:

**História**

podemos escrever:

**Como essa história começou**

### Em vez de:

**Curiosidades**

podemos utilizar:

**O detalhe que quase sempre passa despercebido**

### Em vez de:

**Consequências**

podemos utilizar:

**O que mudou depois disso**

O subtítulo deve dizer alguma coisa sobre aquilo que está por vir.

Uma pessoa que percorra apenas os subtítulos deve conseguir compreender a lógica geral do texto.

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# 13. Tamanho dos parágrafos

Os parágrafos devem ser relativamente curtos e fáceis de acompanhar, especialmente considerando que grande parte das pessoas acessa conteúdos pelo celular.

Como regra editorial, os parágrafos devem ter **no máximo aproximadamente 120 palavras**.

Parágrafos maiores podem ser percebidos como blocos excessivamente longos e devem ser divididos sempre que existir um ponto natural de separação.

Isso não significa que todos os parágrafos precisam ter o mesmo tamanho.

Alguns podem ter apenas duas frases.

Outros podem precisar de mais desenvolvimento.

A regra principal é:

**uma ideia principal por parágrafo sempre que possível.**

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# 14. Tamanho do texto

Não existe um tamanho obrigatório.

Cada assunto pede uma quantidade diferente de palavras.

Um tema simples pode ser completamente desenvolvido em um texto relativamente curto.

Outro pode precisar de muito mais espaço.

Não devemos **encher linguiça** apenas para aumentar o tamanho do conteúdo.

Frases que repetem a mesma informação, contextualizações desnecessárias e blocos que existem apenas para deixar o texto maior prejudicam a leitura.

Por outro lado, o conteúdo também não deve ser vago.

Se determinado assunto exige contexto, explicação, exemplos ou aprofundamento para ser realmente compreendido, esses elementos devem aparecer.

O tamanho ideal é aquele necessário para que o assunto seja desenvolvido de maneira satisfatória, interessante e transformadora, sem enrolação e sem deixar lacunas importantes.

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# 15. Informação original e valor editorial

Antes de terminar um texto, o escritor deve conseguir responder:

**“O que estamos acrescentando para o leitor?”**

Isso não significa necessariamente apresentar uma descoberta inédita.

Agregar valor também pode signific:

* organizar uma história de maneira interessante;
* explicar algo complicado de forma simples;
* relacionar acontecimentos;
* apresentar um assunto conhecido por outro ângulo;
* mostrar consequências pouco percebidas;
* conectar passado e presente;
* desfazer uma ideia equivocada;
* reunir diferentes aspectos de uma mesma história;
* revelar uma curiosidade;
* ajudar o leitor a compreender melhor determinado comportamento;
* provocar uma reflexão que normalmente não acompanha aquele assunto.

Na Feedobem, existe ainda uma pergunta adicional:

**“Este texto transforma alguma coisa para quem lê?”**

Talvez transforme aquilo que a pessoa sabe.

Talvez transforme aquilo que ela percebe.

Talvez faça surgir empatia.

Talvez desperte vontade de aprender mais.

Talvez provoque uma reflexão.

Talvez inspire uma atitude.

Essa transformação não precisa ser grandiosa.

Mas devemos procurar algo além da simples transmissão de informação.

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# 16. Links internos da Feedobem

Durante a própria produção do texto, o escritor deve procurar conteúdos da Feedobem que tenham relação com o assunto desenvolvido.

Essa relação precisa ser verdadeira.

Não devemos inserir links apenas porque determinada palavra aparece nos dois conteúdos.

Um bom link interno oferece ao leitor a possibilidade de aprofundar uma ideia que acabou de encontrar.

Sempre que possível, o link deve entrar naturalmente dentro da narrativa.

### Evitar

“Clique aqui para saber mais.”

### Preferir

“Essa descoberta também ajuda a compreender **como diferentes civilizações interpretavam os eclipses**.”

O próprio escritor deve fazer essa busca durante a produção do conteúdo e inserir as relações que considerar relevantes.

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# 17. Meta descrição

A construção da meta descrição **não é responsabilidade do escritor**.

Ela será preparada pelo editor durante o processo de revisão e publicação.

É importante, porém, que o texto possua um assunto principal suficientemente claro para permitir que o editor crie facilmente uma descrição coerente com o conteúdo.

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# 18. URL

A definição da URL também **não é responsabilidade do escritor**.

Essa etapa fica a cargo da edição e publicação.

O escritor deve se concentrar na qualidade, estrutura e propósito do conteúdo.

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# 19. Imagens como parte da narrativa

Imagens podem fazer parte da construção do texto.

O escritor não é obrigado a definir todas as imagens que serão utilizadas, mas é encorajado a sugerir imagens quando perceber que determinado trecho ficaria mais claro, interessante ou impactante visualmente.

Uma imagem pode:

* mostrar um local mencionado;
* apresentar uma pessoa histórica;
* ajudar a explicar determinada situação;
* representar visualmente um conceito;
* mostrar uma descoberta;
* criar dimensão emocional;
* ajudar o leitor a imaginar determinada época;
* destacar algo importante da narrativa.

A pergunta não deve ser:

**“Onde precisamos colocar uma imagem?”**

Mas:

**“Existe algo neste trecho que seria melhor compreendido ou sentido se fosse visto?”**

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# 20. Sugestão de imagens pelo escritor

Quando o escritor imaginar uma imagem específica para determinado trecho, ele pode deixar essa indicação no próprio material.

Exemplo:

**Sugestão de imagem:** fotografia aérea das pirâmides de Gizé mostrando a relação entre os monumentos e o entorno moderno.

Essa informação ajuda a equipe editorial e visual a compreender a intenção daquele momento da narrativa.

Não é necessário que o escritor produza:

* alt-text;
* nome técnico do arquivo;
* configurações de SEO da imagem.

Esses elementos ficam sob responsabilidade do editor.

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# 21. Legendas das imagens

Caso o escritor sugira uma imagem, é **aconselhável e preferível** que também sugira uma possível legenda.

A legenda não deve apenas repetir aquilo que já pode ser visto.

Ela pode acrescentar uma informação relevante.

Exemplo:

**Sugestão de imagem:** Grande Pirâmide de Gizé vista de perto.

**Legenda sugerida:** “Construída há mais de quatro mil anos, a Grande Pirâmide continua sendo a única das Sete Maravilhas do Mundo Antigo ainda de pé.”

A legenda poderá posteriormente ser ajustada pelo editor.

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# 22. Briefing de imagens

Se o escritor possuir uma ideia clara sobre como determinada imagem deveria ser produzida, é preferível que deixe também um pequeno briefing.

Isso é especialmente útil quando a imagem será produzida especificamente para aquele texto.

O briefing pode incluir:

* o que precisa aparecer;
* época;
* ambiente;
* personagens;
* objetos importantes;
* tipo de enquadramento;
* clima;
* iluminação;
* sensação que a imagem deve transmitir;
* trecho do texto ao qual a imagem pertence.

Não é necessário transformar cada sugestão visual em uma descrição extremamente técnica.

O objetivo é transmitir a intenção editorial.

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# 23. Tom de voz Feedobem

O tom deve ser:

**informativo sem ser excessivamente acadêmico;**

**acessível sem ser infantil;**

**curioso sem ser sensacionalista;**

**inteligente sem parecer que tenta demonstrar erudição;**

**reflexivo sem se tornar artificialmente profundo;**

**inspirador quando o próprio assunto permitir.**

O leitor deve sentir que alguém interessado pelo assunto está contando uma história interessante para ele.

Não que está lendo um trabalho acadêmico.

Também não que está lendo um conteúdo produzido mecanicamente para mecanismos de busca.

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# 24. Linguagem

Preferimos:

* português natural;
* frases claras;
* voz ativa quando possível;
* verbos precisos;
* exemplos concretos;
* transições naturais;
* explicações acessíveis;
* ritmo de leitura.

Devemos evitar:

* linguagem burocrática;
* frases desnecessariamente rebuscadas;
* excesso de jargão;
* introduções vazias;
* clichês;
* repetições;
* construções artificiais feitas apenas pensando em SEO;
* frases muito longas quando poderiam ser divididas;
* excesso de adjetivos e advérbios sem função.

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# 25. Curiosidade sem clickbait

A Feedobem trabalha com curiosidade.

Isso não significa trabalhar com engano.

Existe uma diferença importante.

### Curiosidade

“Por que os romanos adicionavam chumbo a alguns alimentos?”

O leitor compreende o assunto e percebe que existe algo interessante para descobrir.

### Sensacionalismo

“O ingrediente mortal que os romanos colocavam na comida vai chocar você!”

O título utiliza exagero emocional para tentar conquistar o clique.

Devemos preferir sempre a primeira abordagem.

A curiosidade deve nascer da própria história.

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# 26. Conclusão e reflexão

A conclusão é uma das partes mais importantes de um texto da Feedobem.

Ela não deve existir apenas para indicar que o conteúdo terminou.

Também não deve ser simplesmente uma repetição dos principais pontos apresentados anteriormente.

A conclusão deve procurar responder:

**Depois de tudo isso, o que podemos levar dessa história?**

É neste momento que informação e reflexão podem se encontrar.

Uma conclusão pode:

* conectar o passado com o presente;
* mostrar uma consequência;
* recuperar a pergunta feita no início;
* apresentar uma ideia maior por trás da história;
* destacar uma contradição humana;
* provocar uma pergunta;
* mostrar como determinado conhecimento muda nossa percepção;
* convidar o leitor a observar alguma coisa de outro modo;
* despertar inspiração.

A reflexão não precisa aparecer apenas no último parágrafo.

Ela pode acompanhar diferentes momentos do texto.

Mas a conclusão é um espaço especialmente importante para reuni-la.

### Exemplo de lógica

Imagine um texto sobre pessoas que arriscaram suas vidas para salvar livros durante uma guerra.

A conclusão não precisa simplesmente dizer:

“Dessa forma, muitos livros foram preservados.”

Podemos ir além:

“Talvez essa história diga menos sobre livros do que parece. Em momentos nos quais tudo estava sendo destruído, algumas pessoas decidiram que ideias, memórias e conhecimento também mereciam ser salvos. E talvez seja justamente isso que transforme bibliotecas em algo maior do que prédios cheios de papel.”

Existe uma informação.

Mas existe também algo que permanece depois dela.

Esse é um dos objetivos mais importantes da escrita Feedobem.

**Queremos que o leitor termine a leitura levando consigo alguma coisa.**

Curiosidade.

Conhecimento.

Reflexão.

Empatia.

Inspiração.

Uma nova perspectiva.

É dessa maneira que acreditamos que conteúdo também pode contribuir, ainda que pouco a pouco, para a construção de um mundo melhor.

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# 27. Conteúdo relacionado da Feedobem

A busca por conteúdos relacionados deve acontecer **durante a produção do próprio texto**.

O escritor deve procurar se a Feedobem já publicou alguma história que:

* amplie determinado ponto;
* explique um conceito mencionado;
* conte uma história relacionada;
* apresente outro exemplo;
* permita aprofundar a reflexão.

Quando encontrar uma relação relevante, o escritor pode integrá-la naturalmente ao conteúdo.

Não existe obrigação de colocar um link apenas para cumprir uma regra.

A conexão precisa melhorar a experiência de leitura.

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# 28. Exemplo de estrutura de um texto

A estrutura abaixo é apenas um exemplo.

Ela pode ser adaptada conforme o assunto.

## H1 — Por que esquecemos tantos acontecimentos da infância?

### Introdução

Apresentação da curiosidade central, já utilizando naturalmente o termo-chave do texto.

## H2 — Por que nossas primeiras memórias desaparecem?

Explicação inicial do fenômeno.

## H2 — O cérebro de uma criança registra o mundo de outra maneira

Aprofundamento.

### H3 — A linguagem muda a forma como organizamos lembranças

Desenvolvimento de um aspecto específico.

### H3 — Memória não funciona como uma gravação

Outro aprofundamento relacionado.

## H2 — Por que algumas lembranças permanecem?

Desenvolvimento de outra dimensão do assunto.

### H3 — Emoções podem fortalecer determinadas memórias

Aprofundamento.

## H2 — O que nossas memórias dizem sobre quem somos?

Transição entre a explicação e uma dimensão mais reflexiva.

## Conclusão e reflexão

Retomada da ideia central e reflexão sobre como aquilo que esquecemos também pode ter participado da construção de quem somos.

Essa é apenas uma possibilidade.

Alguns textos precisarão de poucos blocos.

Outros terão vários H2 e H3.

O importante é que exista uma progressão lógica e agradável.

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# 29. O que não representa o modelo Feedobem

O modelo Feedobem não é:

repetir a mesma palavra dezenas de vezes;

escrever mais apenas para deixar o texto longo;

produzir introduções genéricas;

copiar a estrutura de outros conteúdos;

usar títulos enganosos;

transformar qualquer assunto em uma lista;

adicionar imagens sem relação com aquilo que está sendo contado;

encher o texto de termos técnicos para parecer mais sofisticado;

escrever pensando somente em mecanismos de busca;

terminar sem pensar no que aquela história pode deixar para quem leu.

SEO deve ajudar nosso conteúdo a ser encontrado.

Ele não deve apagar aquilo que torna um texto interessante, humano e relevante.

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# 30. Regra editorial principal

Sempre que houver dúvida entre:

**“Isso ajuda o SEO?”**

e

**“Isso melhora o texto para quem está lendo?”**

a experiência humana deve orientar a decisão editorial.

Isso não significa ignorar SEO.

Significa compreender sua função.

SEO organiza e facilita a descoberta.

Mas são as histórias, ideias, perguntas e reflexões que fazem alguém querer continuar lendo.

Nosso objetivo é juntar essas duas coisas:

**conteúdo pensado para pessoas + boa estrutura para mecanismos de busca.**

E, para a Feedobem, produzir conteúdo para pessoas significa também buscar algo maior:

**informar, despertar curiosidade, provocar reflexão, inspirar novas perspectivas e utilizar o conhecimento como uma pequena ferramenta para ajudar a construir um mundo melhor.**

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# 31. O modelo Feedobem em uma frase

> **Um texto Feedobem transforma um assunto interessante em uma narrativa clara, curiosa e acessível, capaz não apenas de informar, mas de provocar reflexão, inspiração e novas perspectivas — usando o SEO para fazer esse conteúdo chegar até mais pessoas e, através delas, contribuir para um mundo melhor.**
